Amazon mais uma vez

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Os caras são web 2.0 antes do termo existir. Prestam um serviço de qualidade inquestionável. Estão sempre ousando. Como todo lançamento da Amazon, o shopping virtual dos caras é mais um salto à frente. Entra lá pra curtir a navegação, com certeza você vai se divertir. E ainda vai fazer umas comprinhas…

Muito mais que um show de rock

O Nine Inch Nails é umas das bandas que mais vem buscando novos modelos de negócios com a dita web 2.0. Desconfio de radicalismos para qualquer lado, por isso gosto quando a questão não fica apenas no “bom samaritanismo” com termos, como “colaboratividade”, que estão virando clichês vazios do tipo “cidadania” e “ética”. Digo isso porque no vídeo acima a banda usa a tecnologia como uma forma de tornar suas apresentções mais do que uma apresentação musical. Não é nenhuma novidade, nada de fantástico. Mas nem por isso deixa de ser muito legal.

Via Gizmodo Brasil.

Primeiro ministro 2.0

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O site do primeiro ministro inglês tem tudo que se pode falar sobre redes sociais, agregadores, e ainda é espaçoso, agradável, de fácil navegação. Simples e eficiente.

A lei do “nada pode, tudo se faz”

 

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Cada vez vai ficando mais fácil acompanhar as eleições, com o surgimento de novos canais, da grande mídia ou independentes, como este de Fortaleza. Li no G1 que candidatos do Rio estão com site no ar.

Eduardo Paes, pelo que vi, é o único dentro da lei que limita a comunicação via web apenas para o site, tornando irregular a utilização de qualquer outra plataforma para comunicação oficial - o que transforma Youtube, Flickr, Orkut, tudo mais no paraíso do conteúdo extra-oficial, mais uma vez fortalecendo no Brasil que é legal ser fora da Lei porque a Justiça não entende o que se passa no mundo. O que fazer, de fato, ninguém sabe. Voltando ao site, além dele não estar com nada de redes sociais, tem o domínio todo certinho com o que rege as leis eleitorais.

Solange Amaral deve ter um advogado bem peitudo. O site da pupila de César Maia segue os mesmos princípios do prefeito guerrilheiro, abusando das mais diversas redes sociais. Até Ning está rolando. Será que vão tirar do ar, vai rolar uma multa, ou melhor, vai abrir uma jurisprudência que permitirá que a Web seja utilizada com as características da Web, e não à (equivocada) imagem e semelhança de outros meios como TV e rádio? Voto na última hipótese. Eu, o presidente do TSE Carlos Ayres Veloso e um monte de gente.

Os outros sites de candidato do Rio que estão no ar são os do Gabeira e do Chico Alencar, ambos bem simples e sem esse papo de .can.br. Dei uma busca rápida por outros estados, pouco encontrando. Em Salvador ACM Neto é o único com site no ar, aliás, o mesmo de sua gestão como deputado federal, retirado de ar sob multa na semana passada por estar sendo utilizado para campanha eleitoral.

Aliás, engraçado também é o discurso de que site pode, blog não pode. Patético. Por exemplo: tem candidato com blog dentro do site. O blog neste caso é mais uma página interna como qualquer outra. Está dentro da página oficial, mas por ter o formato de blog deveria ser proibido? Brincadeira… O lamentável é que, enquanto o que é assumido é proibido, em qualquer município, rodam por aí os mais diversos conteúdos “apócrifos” e ninguém terá como monitorar. E aí, a lei vai mesmo só punir os que fazem tudo às claras, que assumem o conteúdo que postam? Ou será que a função da Justiça é empurrar o direito de livre expressão para a confortável ilegalidade?

Escritórios 2.0

Quanto mais provinciana for a cidade em que você viver, maior vai ser a necessidade de ostentação por parte dos abastados pra se diferenciar dos demais. Aqui em Fortaleza, por exemplo, a quantidade de caminhonetes e carros utilitários nas ruas é impressionante. Às vezes você pára no sinal com medo tanto dos assaltantes a pé ou de bicicleta, quanto dos tanques de guerra que cercam seu carro.

Pra quem vive nesse cotidiano onde um brilho bem cafona significa status, é interessante ver alguns escritórios de empresas famosas na dita Web 2.0. Até pela natureza do serviço deles, os caras sacam que funcionalidade é o que interessa. E mais: os escritórios têm uma cara de escritório danada!

A fachada do Craiglist radicaliza - pelo próprio craiglist.org percebe-se que estética definitivamente não é uma preocupação deles -, chegando a lembrar um cenário de “Clube da Luta”.

Via Radinho de Pilha.

Dê nota aos jogadores

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Quando era mais novo, eu chegava em casa depois do Maracanã ansioso por ver o VT do jogo pela TV, os gols no Fantástico e tudo mais. Claro que isso apenas quando meu time ganhava. No dia seguinte abria logo o caderno de esportes pra ler tudo sobre o jogo, principalmente as notas dos jogadores. Muitas vezes, no entanto, a impressão era que o cara que dava as notas tinha visto outro jogo. Dava muita raiva ver uma nota boa para aquele cara a quem você passou 90 minutos xingando por todas as besteiras que fez.

Muito antenado com os conceitos de participação da tal Web 2.0, o O Dia Online permite que você vote na atuação do jogador. Aliás, só você não. As torcidas dos dois times, o jogador, todo mundo que tenha visto o jogo. No final o que prevalece é a média. Não vai ter um maluco qualquer decidindo dentro da redação. O que vale é a voz do povo.

Detalhe importante: as notas saem publicadas no jornal impresso.

Web de tantas fontes

Todo e qualquer processo consistente necessita de uma fase de maturação. Mais uma vez lembro que nas eleições americanas que começam a esquentar não há por enquanto nenhuma grande novidade. E nem precisa ter. Existem ferramentas demais para serem utilizadas e espaço demais a ser ocupado. A criatividade está em como se beneficiar disso tudo, em como trazer os eleitores para dentro do jogo.

O Cyberjournalist traz uma pesquisa que mostra que 24% dos americanos se informa sobre a campanha via web, total que era de 13% em 2004. Entre os jovens esse valor é de 42%, com considerável influência das redes sociais. Enquanto os percentuais de adultos que se informam através de mídias tradicionais permaneceu estático ou caiu, a atualização pela web cresceu muito.

Pra quem gosta de joguinhos em flash, segue mais um da campanha americana. Aliás, embora não tenha nada a ver com a campanha, aqui você encontra muitos joguinhos também.

Qual presidenciável americano melhor usa a Web?

Há poucos dias falei aqui sobre como Ron Paul estava causando frisson pela web dominando votações em links populares como TechCrunch e Digg. O TechPresident foi bem além, avaliando, numa pesquisa com 13 itens, diferentes aspectos da participação dos candidatos na web, desde “uso de blogs” “participação em redes sociais” e estratégia para celulares e de email-marketing . Ron Paul, é claro, ganhou disparado em “ativistas online”, o que está o tornando um “case” de arrecadação, conforme mostra o ótimo Casa Branca 2008 .

Cheguei aos links acima através do excelente Eleições Americanas de 2008. Acredito que por diversas razões devamos estar muito atentos a todo processo eleitoral americano. No caso específico do assunto a que esse blog se propõe, para saber como a eleição que movimenta mais dinheiro no planeta irá utilizar a web 2.0 para pulverizar seus discursos e sensibilizar mais eleitores. Em ações muitas vezes gratuitas.

Atualizando: muito legal esse monitoramento dos blogs na campanha política. Via GJol.

Deixem Platão em paz

Hoje entra no ar “A Lenda de Beowulf”. Quem teve a chance de pegar uma pré-estréia se impressionou com o rompimento de mais algumas fronteiras entre o que temos esteticamente concebido como real ou não. Gravado com seres humanos (quero dizer, não é somente uma animação), o filme exibe cenários e personagens surreais em imagens 3D - quem não jurava que isso fosse ultrapassado?

Quem dera que a confusão sobre o que é real ou não estivesse apenas no que os nossos olhos captam. Ela vai muito além do total desconhecimento dos gerentes de marketing, ou das incessantes buscas de pesquisadores geeks. Ela está nas mais simples relações humanas, realizadas hoje em sua plenitude no mundo virtual.

O que se esquece é que nessas redes sociais a voluntariedade continua tendo valor, senão todo o discurso sobre a Web 2.0 cai por água abaixo. Ninguém está simplesmente entrando no reino da fantasia para se refugiar do cotidiano, como muito se teorizou no começo das redes sociais na Web. Uma prova real é a resistência que os membros do Facebook estão tendo ao modelo de propaganda onde, sempre que você faz uma compra online em determinados sites, todos os seus amigos ficam sabendo daquela compra.

O Facebook diz que é apenas uma minoria de pessoas que está reclamando. Talvez seja. Mas eles sabem mais do que ninguém que uma fogueira incendeia uma floresta tanto na “vida real” quanto na Web. Mais forte do que a decisão de governos de proibir a propaganda personalizada, será a migração de membros de uma comunidade que se sentirem traídos. Ainda mais no caso de Facebook, que explodiu pela possibilidade dos inúmeros aplicativos em seu código aberto.

A Microsoft, embora mantenha seu império, cada vez mais tenta se livrar da imagem negativa de monopolista, o que nem sempre é fácil. O Google, mesmo com sua incrível gama de excelentes serviços, há muito perdeu sua aura de empresa cool, hoje nas mãos de outras startups emergentes, e é xingado nos quatro cantos do mundo sendo acusado de invasão de privacidade. O Adsense, é claro, está nesse pacote.Ainda mais quando integrado ao Gmail.

Pra se livrar da mesma acusação, o Facebook já usa, através de terceiros, o antipático argumento:”se você quer privacidade, por que entra numa rede social?”. Isso é estúpido. Participar de uma rede social online em nada mais difere de participar de uma rede social no curso de inglês, no trabalho ou em qualquer outro lugar. A pessoa entra para ter um lugar dentro do seu grupo. Se não gostar, simplesmente sai e procura outro grupo.

Onipresente

Temos que tirar o chapéu. É impressionante como a E.Life é onipresente. Você abre uma revista, eles estão lá. Vai checar a programação de algum evento Web 2.0, lá estão os caras. Se duvidar vão repetir o fenômeno Gilette, tornando-se sinônimo de monitoramento de mídias digitais. IHMO sugiro até citarem nas próximas matérias outro case sem ser o da Boticário.

A IDGNow está divulgando uma pesquisa feita por eles sobre a importância dos blogueiros no boca-a-boca online do Brasil. Além de se reforçar como uma instuição de credibilidade, eles estão dentro do foco de trabalho proposto por eles. Ou seja: tudo perfeito, muito focado, não poderia haver melhor propaganda.

E já que estamos falando de blogs, vale relembrar outra matéria da IDGNow de setembro: 9 milhões de brasileiros lêem blogs, o que nos faz crer que o boca-a-boca nacional seja bem intenso.

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