Precisamos debater cultura digital

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Se fosse pela velocidade com que os assuntos se atropelam no Twitter, o papo sobre o #freeemilio poderia ter acabado (veja como o assunto cruzou fronteiras). Seria uma pena. Perderíamos uma chance excelente de discutir cultura digital.

Desde que o assunto saiu no G1 a repercussão tem sido enorme, todo mundo já sabe de trás pra frente o que aconteceu.

O que eu lamento é que a conversa tenha se mantido superficial demais. Temos por hábito querer julgar, definir pela primeira “lógica” aparente que pintar pelos nossos olhos, dar nosso veredicto pessoal, e pular pra outro assunto.

Eu mesmo fiz assim, no primeiro momento questionei a decisão judicial, o que foi um equívoco meu. Conforme todos íamos entendendo melhor a situação (falamos aqui de algumas horas), dividiram-se dois grupos, de forma maniqueísta, a favor ou contra o Emílio, e ponto final. Vejo duas questões: uma, que é a do Emílio condenado, que comento no item 4; e a outra, que é a oportunidade para debatermos mais sobre cultura digital e seus efeitos em nossas vidas.

Repito que, na minha opinião, a motivação do processo evidencia como o assunto é urgente. Tudo que se refere à cultura digital é novo, novo demais, para que alguém tenha certeza sobre seja lá o que for. Por favor, não se apresse em dizer que difamação é difamação em qualquer lugar. Sabemos disso, por isso é fundamental que, dentro dessa nova dinâmica de comunicação, definamos como garantir nossos direitos e quais são nossas obrigações.

Pra ser a favor ou contra o marco civil, a lei Azeredo, ou seja lá o que for, pra poder colaborar, participar, propor mudanças, temos que conhecer com profundidade, saber os pros e contras. Vamos a alguns pontos, que, gostaria, você tivesse paciência de ler para refletir:

1)  Publicação do comentário

Não quero tripudiar em cima do advogado da freira, nem fazer galhofa do caso, mas olha que interessante.

Na época do imbróglio, o blog do Emílio registrava cerca de 500 e 800 visitantes únicos diários. Como todos nós sabemos, quando entramos em qualquer blog, não visualizamos os comentários. Para chegar até eles, precisamos dar um clique a mais, o que só costuma ser feito por quem vai escrever outro comentário, ou seja, uma parcela mínima, indefinida, de leitores. Quem trabalha com internet, sabe a enorme distância que é um clique a mais.

Esta semana o advogado mostrou o comentário – nas páginas da ação movida por ele - às câmeras da Rede Globo. Isto é um tipo de moderação. Ele escolheu permitir que o comentário fosse veiculado pela maior emissora brasileira. A única diferença em relação ao Emílio é que ele conseguiu uma audiência muito maior para o comentário. O Bom Dia Brasil é um dos programas jornalísticos brasileiros de maior credibilidade, audiência bastante qualificada, e o player do vídeo está disponível no site da Globo.

Para não sofrer nenhum processo, te digo que o vídeo está aqui. Basta dar uma pausa aos 57 segundos para ler. Eu não mostrei o comentário, no entanto mostrei o caminho. Posso ser processado? O advogado exibiu o comentário às câmeras. Será processado? Na Globo, alguém editou a matéria, que é outra forma de moderação, e resolveu veicular o comentário. A Globo será processada?

2)  Moderação do comentário

Como vimos, se você enfim conseguiu ler o tal comentário, é porque, além do Emílio, ele passou também pela moderação do advogado, da Globo, e, se foi por aqui, também minha.

E aí, te pergunto: o comentário era tão ofensivo quanto você imaginava? É menos? É pior?

Como eu disse em artigo no jornal O Povo, blogs são, em princípio, fóruns livres. Ao contrário dos tradicionais veículos onde a informação é unilateral, o que faz a riqueza dos blogs é a comunidade que se cria e mantém em torno da publicação.

Os comentaristas são também geradores de conteúdo, porque a partir do que eles escrevem, podem surgir debates, novas postagens. É o motor da comunidade. Para que esta comunidade siga saudável, com suas semelhanças e diferenças, costuma-se moderar spams e mensagens em geral que incitem aberrações como pedofilia ou qualquer tipo de discriminação. Vetar opiniões divergentes é matar a comunidade.

Voltamos ao item 1. Fora de casos escabrosos, a moderação cai na subjetividade, ela depende de uma decisão humana. Por isso costumamos ver decisões questionáveis nas edições na grande imprensa. É a mesma coisa, tratam-se de controles “falhos” porque dependem de interpretação, não de valores matemáticos absolutos, inquestionáveis. Você deve se lembrar que a própria censura declarada falhava na moderação, deixando passar conteúdos que, aos olhos da ditadura, seriam proibidos.

No caso específico do Emílio, não vi um consenso entre as pessoas que leram o comentário. Alguns acham que tratava-se de uma ofensa. Outros qualificaram como opinião. Sugiro que você leia, e nos diga: você teria vetado ou você considera que foi uma opinião forte, mas uma opinião relevante?

3)  Anonimato

Vimos o que todo mundo sabia: moderação não é simples, tanto que, se Emílio errou, erramos também o advogado, a Globo e… eu. Pelo menos nós todos. Basta lembrar, aliás, que alguns grandes portais brasileiros não são moderados, até porque, operacionalmente, trata-se de algo complicado. Entretanto, há mais uma diferença: ao contrário do Emílio, os grandes portais com certeza dispõem de boa assessoria jurídica pronta para agir sempre que preciso.

O Emílio cedeu os contatos do comentarista, conforme solicitado. Aí vai outro ponto importante. Os provedores não guardam os logs de acesso. Isto quer dizer que não necessariamente você vai chegar ao computador utilizado. Temos que pensar: devem os provedores ser obrigados a guardar os logs? E por quanto tempo? Estaríamos sob uma constante “escuta”, invasão de privacidade? E mais: um usuário um pouco mais avançado consegue navegar tranquilamente sem ser identificado. Alguém acredita que um dia todos estes dispositivos de acesso à Internet serão “trancados”? A que preço?

Para tornar ainda mais complicado o caso, o comentarista pode ter sido utilizado uma lan-house. Aí já era. Para saber quem foi o usuário responsável, só com o registro de cada pessoa que utilizar um dos terminais. Seria possível fazer isto? Fere de alguma forma a liberdade individual do usuário? Seria a instalação definitiva do “Grande Irmão” em nossas vidas, ou medidas necessárias para salvaguardar nossos direitos?

Vê-se que temos um problemão: se o fator humano responsável pela moderação, assim como o Emílio, o advogado, os editores da Globo (ah, o editor-chefe do Bom Dia Brasil e o editor do site também!) e eu, deixássemos passar o comentário, dificilmente seria localizado o autor. Enquanto o Emílio esteve o tempo todo aí de cara limpa, assinando o que escreve, e vai pagar por isso, o verdadeiro “culpado” (se alguém chegasse à conclusão de que o comentário foi mesmo difamatório) está escondido atrás do anonimato.

Complicado né?

4)  RT @thahy Quem tem @, tem medo ;)

O mais legal é que a partir do caso do Emílio, temos o gancho ideal para começar em Fortaleza um urgente debate sobre Cultura Digital. Isso tem a ver com você, com seus amigos, com sua família. Ou pelo menos com as pessoas que usam email, Orkut, Twitter, MSN, que produzem conteúdo, fazem arte, pesquisam, namoram, conversam, …

Não temos vínculo com nenhum partido, no entanto, se há está discussão puxada pelo Ministério da Justiça no www.culturadigital.com.br/marcocivil, mais importante do que nos separarmos por supostas ideologias, é participarmos do debate com a maior energia possível para tentar chegar ao modelo mais próximo do ideal.

Por isso convidamos todos que queiram participar do debate – que desejamos ser o primeiro de muitos sobre cultura digital - a comparecer nesta quarta no Dragão do Mar. Durante a semana vamos confirmar e compartilhar a programação.

5)  #freeemilio

A hashtag #freeemilio e o blog serviram para aglutinar um grupo a favor e, ao mesmo tempo, criar um antagonismo entre os que viram tudo isto como uma causa de blogueiros e tuiteiros. Até concordo que muitas vezes este grupo, que faço parte ativa, tenha um comportamento deslumbrado. Sinceramente, acho também muito normal que isto aconteça neste período de transição.

Tudo bem que o mundo avança o tempo inteiro, mas estamos vivendo um momento de transformação radical em todos os sentidos. Imagino que ninguém mais duvide disso. Para quem está mergulhado de forma mais intensa, trocando informações diariamente sobre o que acontece em todo planeta, buscando fazer, experimentar, errar, acertar, abre-se uma janela muito fascinante. É tudo novo demais, são muitas possibilidades.

Permito-me ver a nomenclatura #freeemilio com despretensão. #freeemilio é um maneira divertida de levantar a causa. Pra mim é apenas uma representação gráfica, uma forma. Claro que ele não foi preso, mas convenhamos que uma penhora de bens no valor de R$ 16 mil seja uma punição pelo menos desagradável.

Aí entra outro ponto. Ele faltou a audiência, não recorreu, está sendo punido por isso. Sem dúvida, vacilou. Agora, sem nenhum questionamento ao Judiciário, esquecendo o mundo processual, passando longe da filosofia do direito, dentro de uma visão totalmente leiga de justiça, você acha justo um estudante ter que pagar R$ 16 mil pelo ocorrido?

Eu não acho. Sinceramente não acho. O único grande erro do Emílio foi não ter tido uma assessoria jurídica por perto.

Emilio está negociando para tentar baixar o valor a ser pago. Seja quanto for, contribuirei com quanto puder, e irei colaborar na campanha pra arrecadar grana suficiente pra livrar a cara dele.

Por isto estamos organizando para esta semana um evento gratuito sobre cultura digital, e pretendemos fazer uma festa para arrecadar a grana necessária pro Emílio se limpar com a Justiça. Como está tudo em cima da hora, na segunda pretendo ter mais informações.

#freeemilio!

Blog do Lula

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Vi no twitteiro mais lido do Brasil, Marcelo Tas, a referência à notícia do blog do Lula na Folha.

Na hora me remeteu a como de uns dois anos pra cá diversas pessoas passaram a ver blogs como a salvação do mundo, e agora, que o Twitter enfim parece ter saído da nerdosfera com gosto de gás, o frisson é bem parecido.

Lula é um craque na costura política e no trato com o povão. Talento inversamente proporcional à qualidade de suas reflexões filosóficas que compõem um vasto anedotário. A promessa é de uma linguagem descontraída produzida por sua equipe. Não dá pra não ficar na expectativa pra ver tanta descontração online.

Mudando de assunto, semana passada estive na Unifor, acabei no YouTube.  De antemão já acrescento à minha fala que, entre os desafios citados, está não apenas em trazer os leitores a participar, como também como fazer a notícia fluir onde os leitores estiverem. E mais desesperador ainda: como fazer de tudo isso um modelo de negócios lucrativo.

Tá vendo aí? Quem sou eu para ironizar as besteiras que o presidente diz…

Viva o simples

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O grande objeto do desejo quando este jornalista palpiteiro se mete a criar é atingir o simples. Pensando nisso, seleciono três diferentes ações (ou formas de expressão pura e simples):

1)  Aproveitar o forte inverno inglês para estender papelões com a inscrição “Amando a neve? Tente dormir nela. Ajude a tirar os sem-teto do frio” são absolutamente simples e eficazes, 100% dentro do conceito da www.crisis.org . Claro que o número de pessoas impactadas diretamente é baixo, mas o número de pessoas que, como eu, gosta e repoduz, é enorme. Basta saber que eu sou uma das 2.818 pessoas que receberam a campanha por email do excelente Lá Fora, fora os 3.612 assinantes de feeds e sei lá quanta audiência direta que eles têm. Isso pra falar apenas de um blog que repercutiu a campanha.

2) Outro conteúdo simples, de produção barata, com grande poder viral,  “Copacabana é Perigoso” é uma mostra muito legal das ótimas tiras de humor negro do Capinaremos. Como o tema é mais do que polêmico, sugiro atenção na linguagem visual. Pra não ferir suscetibilidades.

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3) O figuraça Madsen Felipe, “web guy” - como ele mesmo se define - aqui da 101° Macaco (nem vou dar o link do site feito por outrem, vamos esperar a reformulação que ele vai tocar :) ), amanheceu hoje sabendo que o Fenotipo Labs, blog coletivo que ele participa, foi citado numa lista de “blogs que pensam” pelo blog da Srta. Amy .  Nem quero entrar em detalhes sobre memes.

O que me interessa é um resgate mais pueril. A grande graça e riqueza dos blogs é a possibilidade de múltiplos conteúdos a custo zero - ou quase zero. Que isso significa muito lixo, é óbvio. Por outro lado, pela própria “seleção natural”, conteúdos maravilhosos surgem e se destacam o tempo todo nos mais diversos nichos. Digo isso porque há uma impressão às vezes que a tal blogosfera está reduzida a uns dez nomes que palestram em todo lugar ou blogs com audiência de broadcasters - e cada vez mais se comportando como tal, afinal tiram daí seu ganha-pão.

Isso tudo é louvável, mas é uma das vertentes entre as tantas possíveis. A diversidade e a possibilidade de encontros livres em rede ainda são o que tem de mais legal na blogosfera. Quando a Srta. Amy segue o exemplo do blog Gloss, dando continuidade a uma seqüência de tantos outros blogs, todos sem pretensão de serem pro-bloggers, utilizando sem disfarce e indicando apenas blogs com o bom e velho blogspot, lembram a gente que embaixo de todo frenesi que se faz da elite da blogosfera, há muita, muita gente, nos mais diversos públicos, que continua simplesmente se expressando, se lendo, se comunicando.

Blogueiros visitam a 101º Macaco

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Posts pagos? Banners? Widgets? Vídeos? Podcasts? Notícias de primeira mão aos blogueiros? Segmentação? Relacionamento? Métricas?

Estes e outros termos tão falados nos últimos tempos estavam na pauta da primeira reunião do pessoal  da agência 101º Macaco com os irmãos e sócios Daniel e Gilberto Soares (Knuttz), da rede EuBlogo, Jurandir Filho do Cinema com Rapadura e Régis Freitas do Sedentário & Hiperativo.

O objetivo foi ser o primeiro encontro de uma parceria permanente com estes e outros blogueiros. Gerar “buzziness” pra todo mundo. Não que o foco  da agência seja ser mais uma de mídia social. De forma alguma. A meta é apenas entender comunicação em todas as suas possibilidades, seja em ambiente online ou offline. Acredito que foi muito bom pra todo mundo. Em breve teremos outros.

Gere buzz às suas postagens

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Já li algumas vezes dicas para gerar buzz e outras fórmulas mágicas de sucesso. Sou chato demais para acreditar na maioria delas, até porque normalmente a maioria destas dicas me parecem mais chatas ainda. Mas nem com toda minha ranzinzice (existe essa palavra?), e mais ainda por ser desse mercado que tiro meu sustento, é importante que a gente tenha pelo menos uma idéia mais clara do que se busca nessa rede de tantas redes.

Em vez de ler respostas prontas dos infinitos gurus surgidos com a ascensão da web, sugiro uma avaliada neste post que lista as 50 postagens que geraram mais buzz.Tudo bem que ele está restrito à gringolândia, mesmo assim vale uma avaliação. Em breve alguém mais esperto e menos preguiçoso que eu faz uma lista dessas dos blogs brazucas, gera um buzz danado e vira a nova grande estrela da blogosfera brasileira.

Digo isso sem o menor demérito a quem quer que seja: cada um no seu quadrado. Aproveitemos as chances para conquistar o que desejamos. Eu adoro ver a garotada tomando postos de grande relevância dentro dos novos caminhos da comunicação, enquanto muita gente grande está omissa dos debates pelo simples fato de não ter o que falar. Mas isso é outro papo…

O blog do Saramago

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O momento é de expandir, buscar novas formas de comunicação. Querer ir além não significa apagar o que se aprendeu antes. Quando um Prêmio Nobel de Literatura resolve criar um blog, vale a reflexão, principalmente para os tantos que se orgulham de “nem saber o que é internet”. Leia aqui a notícia e aqui o blog.

Blog apresenta Fortaleza

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Deve até existir, mas não lembro de ter visto nenhum guia de Fortaleza com tamanha variedade de opções de lazer. Depois dessa lista, o Blog do Tiago pode até tirar umas merecidas férias.

Além do próprio umbigo

Tive o prazer de receber o convite para participar juntamente com meu amigo Emílio Moreno e dois jornalistas a serem confirmados de um programa na TV União que vai tratar da questão da credibilidade dos blogs e de sua relação com imprensa, tomando como ponto de partida a demissão de Paulo Henrique Amorim do IG.

Sobre credibilidade dos blogs, já comentei aqui há um tempo atrás. Sobre a boba briga entre alguns jornalistas e alguns blogueiros também já me manifestei. Alguém precisa avisar pra essa galera, tanto pros que se acham modernos quanto pros que se acham experientes e vacinados contra euforias tecnológicas sem efeito, que a frase “o mundo é um ovo” é metafórica e vale apenas para algumas situações. É preciso olhar além do próprio umbigo. O que caracteriza a mudança promovida pelas novas tecnologias de comunicação é a expansão de possibilidades, a formação de redes em diferentes mídias permite que cada uma aprofunde-se em suas potencialidades peculiares e tenhamos informação de melhor nível.

O vídeo acima é um documentário em espanhol sobre blogs. São vinte minutos em espanhol, então se você já é iniciado no tema, talvez nem valha a pena. Legal porque, além da contextualização histórica do boom dos blogs como disseminadores de notícias e das opiniões de uma boa galera de Web, tem também a participação do sociológo Manuel Castells. Legal que tanto esse vídeo quanto um dos links dessa postagem vieram do blog da Ana Brambilla. Taí uma prova incontestável de que há fontes com credibilidade entre os blogs, assim como até existem em jornais impressos, programas de rádio e TV.

E os cartões corporativos?

Com geeks, nerds ou similares não se brinca. A foto acima foi tirada do Blog do Mr. Manson sobre o Campus Party. Duvido que você vá encontrar melhores informações sobre o evento. Mais uma vez o figuraça está mandando muito bem.

Web de tantas fontes

Todo e qualquer processo consistente necessita de uma fase de maturação. Mais uma vez lembro que nas eleições americanas que começam a esquentar não há por enquanto nenhuma grande novidade. E nem precisa ter. Existem ferramentas demais para serem utilizadas e espaço demais a ser ocupado. A criatividade está em como se beneficiar disso tudo, em como trazer os eleitores para dentro do jogo.

O Cyberjournalist traz uma pesquisa que mostra que 24% dos americanos se informa sobre a campanha via web, total que era de 13% em 2004. Entre os jovens esse valor é de 42%, com considerável influência das redes sociais. Enquanto os percentuais de adultos que se informam através de mídias tradicionais permaneceu estático ou caiu, a atualização pela web cresceu muito.

Pra quem gosta de joguinhos em flash, segue mais um da campanha americana. Aliás, embora não tenha nada a ver com a campanha, aqui você encontra muitos joguinhos também.

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