Vídeo interativo

Poucas coisas têm me deixado mais ansioso do que a busca de novos conteúdos que gerem diferentes níveis de interatividade com o usuário. Tive o prazer de ser convidado pelo professor-doutor CidcleyTeixeira de Sousa, do Nash, para participar de um grupo de pesquisa e desenvolvimento em TV Digital, o que tem me tirado do “achismo” absoluto e quebrado a cabeça pra imaginar novos formatos.
Quando vejo uma experiência como essa da Agência Brasil, com o documentário interativo “Nação Palmares”, só posso ficar muito animado. Ele é uma evolução de outra reportagem bem legal, que é o “Consumo Consciente”. Pra entender melhor, veja a matéria na própria Agência Brasil.
Fica uma sugestão: assista os documentários. Primeiro porque são muito bons. Segundo porque eu gostaria de, se possível é lógico, explora-lo com uma pesquisa informal. O que você achou da experiência de interatividade? Foi de alguma forma intrusiva? Você preferiu assistir sem clicar em nada? Clicou e o conteúdo foi importante para a sua compreensão, ou acrescentou algo legal?
Tenho visto experiências semelhantes de hipervídeos, gostei demais da forma como esses formam feitos. Parabéns ao André Deak, coordenador do projeto e responsável pelo excelente blog onde vi a notícia.
Ah, e alongando a onipresente querela sobre o fim do papel, vale uma olhada no Kindle, lançado pela Amazon, onde você pode ler livros digitais e assinar jornais como O The New York Times por U$ 13,99 ou um blog como o Boing Boing U$ 1,99 mensais. Barato e sem detonar o meio-ambiente. Ih caramba, será que quando o papel “morrer” já vai levar os PCs junto?

