E o Coringa hein?
O vídeo acima eu tirei da lista semanal do Viral Blog. Nada a ver com o que está abaixo.
Imperdível mesmo é o video-case do The Dark Knight, postado pelo Carlos Merigo. É fantástico.
O vídeo acima eu tirei da lista semanal do Viral Blog. Nada a ver com o que está abaixo.
Imperdível mesmo é o video-case do The Dark Knight, postado pelo Carlos Merigo. É fantástico.
Todo mundo hoje fala sobre mídia social, todo mundo diz que faz mídia social. Juro que fico curioso em saber como funcionam tantas agências. Umas são especializadas em posts pagos, outras falam sobre relevância, defendendo que conteúdo bom circula. Sinceramente ainda vejo muitas interrogações. Muitas mesmo. Acho que dá pra fazer post pago honesto, embora não veja aí a grande virada desta mídia. E nem desconfie qual seja. Por enquanto guardo meus palpites pra mim.
Tenho lido oráculos demais distribuirem verdades absolutas. Por isso mais uma vez o assunto ressurgiu na minha cabeça quando vi esta campanha. Os caras criaram um “Movimento Fiesta” focado em quem tinha 18 anos em 2000. A tal geração “Y”. Esses jovens deverão escrever crônicas ou registrar momentos sobre suas experiências ao volante do Fiesta, jogando-os em redes sociais como Facebook, Flickr e YouTube. 1,5 mil já mandaram vídeos. A previsão é que 100 destes jovens recebam os carros que só serão lançados ano que vem nos Estados Unidos, sendo os grandes divulgadores da marca.
Digamos que o “motor” da campanha é bom. Isso é que é “motivação”. Um olhar mais sarcástico também poderia questionar “por que vou confiar no que escreve um cara que faria tudo pra ganhar o carro?”. Mais uma vez volta a velha questão da credibilidade. Enfim, vamos ver no que vai dar. Todos os dias, todos os dias mesmo, mais campanhas “geniais” surgem. Poucas vezes temos acesso a um resultado concreto. Aí está o grande desafio: como fazer estas campanhas continuarem evoluindo, mesmo que silenciosamente junto aos seus targets, não terminando nos blogs de publicidade - muitos dos quais também com seus “publieditoriais”.A impressão que dá é que a maioria não vai além do primeiro passo.
Neste post não há julgamento sobre nada. Apenas perguntas.

Agora é oficial. A Bud.TV faz parte do passado. O investimento de 30 milhões de doletas não foi suficiente para que ela empolgasse o target da cerveja. Não é de hoje que a coisa está complicada. Engraçado saber disso hoje, já que ontem mesmo desencorajamos um cliente que queria ter um canal próprio de TV na web. Um “consultor” tinha batido pra ele que essa era a onda, sem sequer saber que o cliente já em um canal próprio de vídeos no YouTube e que não dispõe de grandes verbas.
Elenquei umas 500 reazões pra ele não investir na tal TV na web, considerando que no caso dele seria um gasto desnecessário, que nada agregaria. Logo em seguida li sobre a Adidas.TV. Claro que são cenários diferentes, mas mesmo assim fez ter medo dessas convicções, opiniões absolutas, e, mais filosoficamente do que sobre o caso do cliente, comecei a me questionar. Hoje li sobre a Adidas de novo, com canalzão no YouTube e tudo. Logo em seguida, vem a notícia do Bud.TV.
Pois evitando cair na armadilha oportunista de um radicalismo generalizado, ratifico que o consultor estava enganado. Seria uma roubada completa pra este nosso cliente investir numa TV na Web com conteúdo amarrado e a vã pretensão de que as pessoas “sintonizariam” neste canal online todos os dias.
Vi no GingaBlah este texto do Marcelino Freire animado por Rodrigo Burdman e narrado pelo inconfundível Paulo César Peréio.
O grande objeto do desejo quando este jornalista palpiteiro se mete a criar é atingir o simples. Pensando nisso, seleciono três diferentes ações (ou formas de expressão pura e simples):
1) Aproveitar o forte inverno inglês para estender papelões com a inscrição “Amando a neve? Tente dormir nela. Ajude a tirar os sem-teto do frio” são absolutamente simples e eficazes, 100% dentro do conceito da www.crisis.org . Claro que o número de pessoas impactadas diretamente é baixo, mas o número de pessoas que, como eu, gosta e repoduz, é enorme. Basta saber que eu sou uma das 2.818 pessoas que receberam a campanha por email do excelente Lá Fora, fora os 3.612 assinantes de feeds e sei lá quanta audiência direta que eles têm. Isso pra falar apenas de um blog que repercutiu a campanha.
2) Outro conteúdo simples, de produção barata, com grande poder viral, “Copacabana é Perigoso” é uma mostra muito legal das ótimas tiras de humor negro do Capinaremos. Como o tema é mais do que polêmico, sugiro atenção na linguagem visual. Pra não ferir suscetibilidades.
3) O figuraça Madsen Felipe, “web guy” - como ele mesmo se define - aqui da 101° Macaco (nem vou dar o link do site feito por outrem, vamos esperar a reformulação que ele vai tocar
), amanheceu hoje sabendo que o Fenotipo Labs, blog coletivo que ele participa, foi citado numa lista de “blogs que pensam” pelo blog da Srta. Amy . Nem quero entrar em detalhes sobre memes.
O que me interessa é um resgate mais pueril. A grande graça e riqueza dos blogs é a possibilidade de múltiplos conteúdos a custo zero - ou quase zero. Que isso significa muito lixo, é óbvio. Por outro lado, pela própria “seleção natural”, conteúdos maravilhosos surgem e se destacam o tempo todo nos mais diversos nichos. Digo isso porque há uma impressão às vezes que a tal blogosfera está reduzida a uns dez nomes que palestram em todo lugar ou blogs com audiência de broadcasters - e cada vez mais se comportando como tal, afinal tiram daí seu ganha-pão.
Isso tudo é louvável, mas é uma das vertentes entre as tantas possíveis. A diversidade e a possibilidade de encontros livres em rede ainda são o que tem de mais legal na blogosfera. Quando a Srta. Amy segue o exemplo do blog Gloss, dando continuidade a uma seqüência de tantos outros blogs, todos sem pretensão de serem pro-bloggers, utilizando sem disfarce e indicando apenas blogs com o bom e velho blogspot, lembram a gente que embaixo de todo frenesi que se faz da elite da blogosfera, há muita, muita gente, nos mais diversos públicos, que continua simplesmente se expressando, se lendo, se comunicando.
Minha mulher tem um curso de aula particular para adolescentes. Dia desses veio me perguntar o que são “aqueles bonequinhos do Orkut. Todos os meus alunos adoram”. Careca, aos quase 40, nem que eu quisesse, conseguiria ser miguxo ou emo. Mas, como desde sempre, continuo falhando em sair mais do meu mundinho de interesses, peco ainda em conhecer mais a fundo o que está movimentando gente por aí. Seja lá de que perfil for. Sei por exemplo que existe BBB9, mas não sei nada além de que um senhor foi expulso e que a senhora fala palavrão. O Buddy Poke idem: sei há muito tempo que os bonequinhos estão lá, e eu cá.
Esta postagem do Viral Blog (em inglês) trata da dimensão que os aplicativos, avatars em 3D que servem pra auto-identificação e interação, estão mais do que propagados no Orkut, MySpace e mais seis plataformas de redes sociais -sem data ainda para invadir o Facebook.
Os números precisam ser levados a sério. Os bonequinhos customizáveis que representam as emoções da moçada. Mais de um milhão de instalações e 17,8 milhões de visitantes no Netlog, 1,1 milhão de usuários ativos no MySpace, 1,3 milhão de usuários no Hyves (16% do total da rede), sem contar o sucesso total no Orkut. A febre não é só no Brasil, está em diversos países, como Itália e Holanda. Se quiser fazer o seu, entre aqui. Eles já viraram até cosplay, ou seja, tem gente se passando como Buddy Poke por aí.
Como capitalizar para sua marca com isso? Sei lá, eu não tenho vocação nem talento para oráculo, mas que é mais que óbvio que algo conhecido e vivido por tante gente represente um potencial incrível para campanhas, disso não há dúvida.
Limpar os RSS é desesperador tanto pela ansiedade gerada ao ver centenas de notícias, todas supostamente pré-editadas dentro de sua área de interesse, te esperando, e também pela vontade de compartilhar com amigos das mais diferentes áreas. Depois de distribuir um monte de links, selecionei estes três mais dentro da linha deste blog - cada vez mais, ainda bem, se uma linha tão definida.
1) Mais uma vez direto do André Deak mais uma peça fantástica do NYT. Os mais ávidos por novidades tecnológicas talvez torçam o nariz. Eu adoro o formato: fotografias e personagens com histórias de vida. Bom como tudo que consegue ser simples.
2) O Spy promete dar uma busca em diversas redes sociais. Não é nada, não é nada, é uma tremenda mão na roda. Veja mais no Adivertido.
3) Se você gosta de Infografia, separe pelo menos meia hora para ver mais uma excelente compilação do Webmania 2.0.
Tendo uma história extremamente ligada à tecnologia de ponta durante boa parte de sua história, Polaroid hoje se encontra hoje em uma situação mais que delicada no mercado. Dona do conceito de fotografia instantânea, onde era possível ver o positivo surgir num processo quase mágico diante de nossos olhos logo, a empresa anunciou em 2008 que deixaria de produzir filmes para as câmeras que já não produzia desde 2007.
O mais curioso é que essa notícia gerou uma verdadeira comoção dos antigos usuários da marca. Na época, muitos saíram correndo às lojas para comprar os últimos estoques do filme, numa tentativa desesperada de conseguir manter sua paixão viva. Outros, como o designer gráfico Sean Tubridy, tentaram resolver a questão por outras vias. Ele criou o site “Save Polaroid”, onde clama os usuários de Polaroid para na luta para salvar a antiga tecnologia. Lá é possível, entre outras coisas, compartilhar histórias pessoas que envolvam a marca, assinar petições ou até mesmo acessar a comunidade no Facebook do movimento, que já conta com quase quarenta mil membros. (mais…)
Demorou, mas aconteceu. O playerzinho ainda pode melhorar bastante, o que não ofusca o avanço de, enfim, existir um site de emissora de TV no Ceará que libere seu conteúdo de vídeo para exibição em qualquer plataforma. Soube a notícia pelo Liberdade Digital. Segundo o blog do Emílio Moreno, depois dessa medida a audiência do Jangadeiro Online aumentou muito pela exibição dos vídeos via Orkut. Era de esperar né?
Conversando com o Emílio, percebi que ele teve a mesma impressão que eu, ou seja, que uma mudança legal seria aproximar os códigos do vídeo; afinal de contas, usuário é um bicho complicado. Eu mesmo só achei os códigos porque tinha lido o post antes e fui na intenção de procurar. O fato é que uma emissora local pode gerar diversos vídeos virais automáticos se cumprir a lição básica da web, que é deixar que as pessoas espalhem seu conteúdo e sua marca por aí.
Hoje nem é sexta.
Mais uma vez: how bizarre. Imagine a cara do Andrew Keen assistindo uma coisa dessas.
Via MyPix.