Os caras são web 2.0 antes do termo existir. Prestam um serviço de qualidade inquestionável. Estão sempre ousando. Como todo lançamento da Amazon, o shopping virtual dos caras é mais um salto à frente. Entra lá pra curtir a navegação, com certeza você vai se divertir. E ainda vai fazer umas comprinhas…
Rubinho Barrichello tem, ao se despedir da Fórmula 1, enfim a chance de virar herói nacional. Pra isso ele não precisa ganhar a corrida em Interlagos, o que seria pedir demais. Sua missão é mais épica. Como o jogador Anselmo do Flamengo, que em 1981 entrou em campo apenas para dar um nocaute em Mario Soto, do Cobreloa, ele será endeusado se tirar Lewis Hamilton da corrida. Nada pode ser mais patriótico. Pelo menos é o que garante a campanha que está rolando por email:
Dia 2/11 teremos a última etapa do mundial de Fórmula 1, o GP Brasil. E o
maldito Hamilton já está com 7 pontos de vantagem sobre o Massa. Ou seja,
basta um quinto lugar minguado pras esperanças brazucas irem pro espaço.
Mas e o Rubinho? Sem chances na competição e ja que vai largar a Fórmula 1 ano que vem,
Rubinho pode ser nossa grande arma secreta no domingo.
Como? Mole. Basta dar uma porrada bem dada, daquelas que o Hamilton não vai saber
nem de onde veio, para tirar o líder da prova e se tornar herói nacional.
Juro que o povo brasileiro vai esquecer que vc entregava as vitorias para o
Shumi, que sempre foi um capacho da Ferrari, etc…
Pô, faz isso por nós, brasileiros que nunca desistimos e acompanhamos até o
limite da loucura suas derrapagens e afins.
Talvez seja essa a hora de entrar de vez no coração de todos os que
acompanham a F1 aqui no Brasil.
Falar hoje em dia em “conteúdo” é tão vazio quanto em “ética”, “cidadania”, “interatividade” e outros termos que, de tão repetidos em qualquer situação, pouco acrescentam a qualquer frase. O Raphael, do excelente Rapaduracast, compartilhou via Reader este link sensacional.
O nobre Axel disse tudo. Conteúdo é isso, é dar o recado que ser deve ser dado.
O maior grupo de comunicação do Brasil continua muito na frente de todo mundo. Não apenas pela audiência absoluta cristalizada na TV. Refiro-me muito mais a experimentação constante em Internet, enquanto os demais ficam esperando o lucro ser óbvio para entrarem de cabeça. Vai ser tarde demais de novo. Entre as várias ações, a que mais me impressionou até agora é a Amazonia.Vc , integrando de forma natural TV com Geotagging. Mais importante: tudo muito fácil para o usuário participar.
Se você faz parte da muita significativa parcela da população brasileira que gosta de futebol, aproveite para conhecer com detalhes os estádios onde seu time vai jogar e acompanhe os jogos de uma forma diferente. Como? Olha aqui.
Meu interesse por heavy metal nasceu e morreu durante o primeiro Rock in Rio. Já o documentário Heavy Metal i Baghdad acredito que seja interessante para qualquer pessoa com o mínimo de curiosidade sobre outras culturas, ainda mais considerando a visão estereotipada do mundo árabe que nós temos. A dica foi do Silveira via Twitter.
Pra quem acha que a internet prejudica o mercado cinematográfico, não tenho a menor dúvida, sem medo de ser presunçoso, que sem a internet jamais este filme venderia tantas cópias quanto, com certeza, vai vender.
Como tanta gente mundo afora, me cadastrei no Venice Project, ansioso por uma nova revolução. Meses depois, quando o projeto virou Joost, estava lá com uns convites de primeira hora. Baixei, fiquei bem impressionado com a full screen estilosa, uns espaços para comentários e… só. Com muito boa vontade imaginei: “quando nossa conexão no Brasil for melhor e os caras tiverem mais conteúdo, vai bombar”. Que nada. Frisson e expectativa viraram uma decepção generalizada. Pelo menos aqui no Brasil imagino que a base de usuários assídua seja ínfima.
Agora o Joost anuncia que não há mais necessidade de download. O diferencial que eles apostam em relação às incontáveis TVs online existentes está na possibilidade de personalização e integração no melhor estilo rede social. Se nem o hype em torno dos seus criadores fez o projeto deslanchar na primeira etapa, será que agora vai?
Normalmente prefiro falar sobre produções feitas para web. Mesmo assim não dá pra desconsiderar a relevância das maiores redes de TV do mundo já estarem focando com muita ênfase na distribuição de seus conteúdos via web. Sei que não é de hoje que isso acontece. O legal é que o Gizmodo fez uma lista enorme de links para assistir as mais diversas séries em primeira mão, com episódios inteiros e gratuitos, via streaming. O “senão” é que fora dos Estados Unidos muitos acessos serão negados por problemas comerciais de venda das séries.
Conte sua história utilizando uma ferramenta simples que todo mundo domina há décadas. Mais uma forma de expressão. Pequenas sutilezas fazem grande diferença.
Claro que tudo ainda incipiente, o que revela bastante espaço para produções inovadoras. Mesmo assim é claro o movimento das corporações ocupando cada vez mais estes espaços.
Até bem pouco tempo atrás eu era um dos que apostava que o êxtase em torno da campanha de Barack Obama seria abafado pelo voto americanão clássico. Com a crise econômica que veio encher o saco até dos humildes brazucas, acho que vai ser difícil segurar o candidato democrata. Na reta final ele dispara, assumindo uma distância cada vez mais segura.
O vídeo acima, uma idéia simples encampada por um elenco estelar, lembra aquele velho texto de Bertold Brecht, o Analfabeto Político, muito usado por adolescentes entusiasmados para convencer seus amigos a se interessarem por política. Só que muito mais pop. Tudo no Google Way of Life. O objetivo é convencer a garotada se engajar no processo eleitoral, criando uma rede viral onde cada um convence pelo menos mais cinco a se registrarem. Votando em mudança, ops, no Obama, é claro. Via Viu Isso?