Mendicância cibernética

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Enquanto existir otário, existirá pilantra. Seja na África, nos Estados Unidos, spam é uma praga que não terá fim. Isso porque há anos se educa sobre os cuidados com a caixa de entrada do email. Não tem jeito.

Agora no Brasil a moda é o web-mendigo. Não entendo como alguém abre um email desses, muito menos como acredita. Pra quem tem coração mole, sugiro pelo menos o uso de um Gmail da vida.Nunca tive o desprazer de receber uma desgraça dessas.

Os livros não vão morrer

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Já o papel…

Provocaçãozinha inevitável depois de passar um tempo folheando aqui. Isso pra nem falar sobre Kindle e outras tentativas de narrativa mais ousadas.

Curso rápido de ações online

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Post do Mashable pra ser lido com muita calma. Excelente.

Compartilhado no Reader por Carlos Merigo.

Jornalismo à moda antiga

Há algum tempo faço parte de uma comunidade no Ning chamada WiredJournalists. A verdade é que mais uma daquelas que você entra e esquece. Pelo menos assim foi comigo. Hoje fui lá, dei uma olhada no conteúdo. Alguns vídeos e informações bem interessantes. Preferi, contudo, em vez de trazer links ou vídeos sobre novas tecnologias, este acima, postado por Mateusz Marcola, que explica a função de jornalista. O vídeo é de 1940.

Interessante observar como, com exceção da parte industrial e do Google, a maioria absoluta dos jornalistas de impresso brasileiros trabalham exatamente da mesma forma ali mostrada. Sem querer entrar no mérito do melhor ou pior, é pelo menos fundamental que o que puder servir de benefício seja utilizado. Com certeza, sem inventar muito, há muito que se evolua o tempo todo.

YouTube na campanha. Pode ou não pode?

O vídeo acima foi mais um dos famosos destemperos de Cid Gomes. O programa de TV onde Ciro disse que “Fortaleza está um puteiro a céu aberto” faz muito bem em capitalizar. Estranho é ninguém saber ao certo se candidatos podem usar ou não YouTube e diversas redes sociais. Com o TSE vacilando, até porque seria muito fácil criar perfis falsos para veiculação de conteúdos, aos poucos os candidatos vão aproveitando mais suas redes no Orkut, YouTube e outros, sem muita cerimônia.

Em São Paulo Geraldo Alckmin vai recorrer contra a proibição, em Fortaleza tem candidato usando sem pudor (link enviado pelo Norton),  assim como em Salvador há este e este,  no Rio tem este e este, enfim, eles estão por todos os lados. E aí, o TSE liberou? A justiça vale só para alguns? Ou ninguém vai, até o final da campanha, saber o que pode ou não pode?

YouTube no Tivo

Vale ler este post do InsideOnlineVideo sobre a possibilidade de, além de subir seus vídeos pro YouTube, mandá-los direto pro Tivo. Mais um passo considerável para novos horizontes de produção e distribuição de vídeos.

    Amy participa de novela em rede social

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    Desgraça alheia todo mundo gosta. Não à toa video-cassetadas e outras aberrações fazem tanto sucesso. Há pouco tempo o mundo inteiro acompanhava Britney Spears pirando. Amy Winehouse é a maluca da vez. Eu, particularmente, ouvia tanto das loucuras da moça que muito tempo depois fui ouvi-la pra saber que ela é de fato talentosa. Agora pelo menos ela vai participar de uma novela diferente da que o mundo acompanha, uma espécie de espera pelo capítulo final trágico de uma overdose.

    Nós já mostramos aqui experiências de novela (ou série) pela web no Brasil, de outras na gringolândia já associadas a redes sociais, séries transmidia como Heroes e agora um série no Bebo com Amy Winehouse e outras bandas que a garotada deve adorar.

    Desconheço o potencial imediato ou a forma de receita da iniciativa, contudo me parece claro que a tendência de utilização de novas possibilidades de interatividade nas novas séries, com exibição on-demmand, seja inevitável.  

    YouTube no Fantástico

    Além da Patrícia Poeta, uma boa razão para assistir o Fantástico é para acompanhar as formas de integração com plataforma web e abertura para colaboração que eles têm testado. Não dá para ficar no discurso dos profetas do apocalipse de que isso mostra a vitória da Web sobre a TV. O pessoal que faz o Fantástico é de uma competência monumental, tem uma responsabilidade absurda de manter altos índices de audiência, o que representa que cada minuto de inovação, por mais necessário que seja, implique em muito risco. Vale muito a pena ficar atento. Mas sem precisar assistir o programa inteiro, é claro. Mais fácil é ir ao site…

    A lei do “nada pode, tudo se faz”

     

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    Cada vez vai ficando mais fácil acompanhar as eleições, com o surgimento de novos canais, da grande mídia ou independentes, como este de Fortaleza. Li no G1 que candidatos do Rio estão com site no ar.

    Eduardo Paes, pelo que vi, é o único dentro da lei que limita a comunicação via web apenas para o site, tornando irregular a utilização de qualquer outra plataforma para comunicação oficial - o que transforma Youtube, Flickr, Orkut, tudo mais no paraíso do conteúdo extra-oficial, mais uma vez fortalecendo no Brasil que é legal ser fora da Lei porque a Justiça não entende o que se passa no mundo. O que fazer, de fato, ninguém sabe. Voltando ao site, além dele não estar com nada de redes sociais, tem o domínio todo certinho com o que rege as leis eleitorais.

    Solange Amaral deve ter um advogado bem peitudo. O site da pupila de César Maia segue os mesmos princípios do prefeito guerrilheiro, abusando das mais diversas redes sociais. Até Ning está rolando. Será que vão tirar do ar, vai rolar uma multa, ou melhor, vai abrir uma jurisprudência que permitirá que a Web seja utilizada com as características da Web, e não à (equivocada) imagem e semelhança de outros meios como TV e rádio? Voto na última hipótese. Eu, o presidente do TSE Carlos Ayres Veloso e um monte de gente.

    Os outros sites de candidato do Rio que estão no ar são os do Gabeira e do Chico Alencar, ambos bem simples e sem esse papo de .can.br. Dei uma busca rápida por outros estados, pouco encontrando. Em Salvador ACM Neto é o único com site no ar, aliás, o mesmo de sua gestão como deputado federal, retirado de ar sob multa na semana passada por estar sendo utilizado para campanha eleitoral.

    Aliás, engraçado também é o discurso de que site pode, blog não pode. Patético. Por exemplo: tem candidato com blog dentro do site. O blog neste caso é mais uma página interna como qualquer outra. Está dentro da página oficial, mas por ter o formato de blog deveria ser proibido? Brincadeira… O lamentável é que, enquanto o que é assumido é proibido, em qualquer município, rodam por aí os mais diversos conteúdos “apócrifos” e ninguém terá como monitorar. E aí, a lei vai mesmo só punir os que fazem tudo às claras, que assumem o conteúdo que postam? Ou será que a função da Justiça é empurrar o direito de livre expressão para a confortável ilegalidade?

    Não pode ser bom

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    Não servi no Brasil, não teria vontade de servir em nenhum lugar.  Depois de dar uma olhada neste site da força aérea holandesa, achei o site tão bem feito, tão cheio de conteúdo, que com um convite tão bonito o negócio deve ser ruim mesmo. Se eu fosse um holandês em época de alistamento - nem sei se é obrigatório por lá -, ficaria me divertindo no site mesmo.

    Via Ginga Blah.

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